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Vivi Alberto
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beleza

Meia Calça Instantânea

 

Quem disse que a gente já viu de tudo na vida, né mesmo? rs

Eu já sabia que existiam esses produtos de maquiagem para as pernas há um bom tempo, mas sabe quando não dá aqueeela curiosidade a ponto de experimentar? Provavelmente porque eu já estava acostumada a recorrer aos autobronzeadores e, na minha cabeça, a maquiagem para pernas seria um recurso mais fotográfico (as celebs adoram) do que prático na vida real, eu achava que em algum momento a coisa toda derretia e manchava.

Aí que me mandaram essa para experimentar e resolvi ver como funcionava essa história da Meia Calça Instantânea Gold Nylons.

usei a cor Light Glow Pele Clara

Quando digo que sou uma pessoa cor de rosa vocês duvidam. Basta olhar a primeira foto pra constatar a verdade pink! Inclusive recebi o produto há duas semanas, mais ou menos, mas achei melhor esperar o efeito do autobronzeador que eu tinha usado antes desaparecer por completo, pra poder visualizar um resultado mais verdadeiro. Daí que minhas pernas brancas não mentem hahahahaha

Achei tudo mega master prático, só precisa estar com as pernas limpas e secas. Você aplica o spray a uma distância de +/- 15 cm e espalha com as mãos, pra ficar uniforme. Eu aplicava numa área pequena e espalhava, depois ia repetindo, pra evitar acúmulo. A secagem é rapidíssima, na embalagem diz ‘de 5 a 7 minutos’ mas imagino que isso seja pra secagem total mesmo, porque a pele dá a sensação de seca em um minuto, no máximo. Acho que os 7 minutos são pra evitar transferência.

Olhando de pertinho (não consegui captar o detalhe em foto) parece mesmo uma meia calça! A perna fica lisinha, parece uma base muitíssimo bem aplicada na face. Além da cor, a fórmula é hidratante, com óleo de argan, óleo de amêndoas e vitamina E.

Em relação à durabilidade, não sai de jeito nenhum, a não ser com água morna e sabão/sabonete. Usei também uma bucha de banho, pra remover tudo. Fiz o teste em um dia de muito calor e fiquei com ela umas 4 horas na pele. Não escorreu, não manchou, nada. Passei um lencinho umedecido e também não transferiu. Só mesmo o banho pra retirar tudo.

Achei uma opção muito legal mesmo, principalmente pra quem tem aquelas nóias de não usar saia porque tem a perna branca. Não é meu caso, porque sou branquela assumida, mas conheço várias meninas que acham que pra mostrar as pernas precisa ter uma corzinha. Taí uma ótima solução temporária e que não prejudica a pele, como tomar sol.

Sei que existem diversas opções no mercado, mas só posso falar em relação a essa, que foi a única que já experimentei: aprovada!

Experimentação: Época Cosméticos Perfumaria
Produto: Meia Calça Instantânea Gold Nylons

Os links dessa postagem servem apenas para fins de informação. O Pop Topic não recebe nenhum tipo de gratificação ou comissão por vendas.

Acessórios

#ChilliBeansPassarela: Vitorino Campos

 

A segunda participação da Chilli Beans nessa edição de verão do SPFW foi ontem mesmo, no desfile de Vitorino Campos.

Com a intrigante inspiração “Buraco Negro”, o estilista trouxe sua alfaiataria esperta, com modelagem bem atual e corte sexy, mas fluido. Em contraponto à escuridão de looks total black, pontos coloridos espalhavam a notícia de que o verão estava presente. A transparência carimba sua presença, sem deixar dúvidas de que o negro das roupas era apenas um viés de sofisticação, que esvoaça na leveza dos tecidos.

Nos óculos assinados em parceria com a Chilli Beans, Vitorino manteve o equilíbrio entre moderno e retrô apostando numa variação do clássico gatinho e, surpresa!, cores sólidas que elevam o volume de looks inteiros. Em alguns casos essas cores envolvem armações e lentes, inserindo uma janela colorida no bloco monocromático.

Para Vitorino Campos a simplicidade funciona e anda lado a lado à versatilidade.

Imagens: Divulgação; Zé Takahashi /Ag. Fotosite (desfile); Marcelo Soubhia/Ag. Fotosite (detalhes)

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Acessórios

#ChilliBeansPassarela: Alexandre Herchcovitch

 

Vibrei ao receber uma tarefa para essa edição do SPFW e vocês já vão entender a razão: fui convidada para trazer até vocês as novidades que a Chilli Beans preparou em parceria com alguns estilistas, exclusivamente para essa edição da semana de moda, que contempla o Verão 2015.

O primeiro desfile com presença dos acessórios da marca foi o de Alexandre Herchcovitch, estilista parceiro de longa data, que já produziu modelos icônicos para a Chilli (eu, a íntima).

Abrindo os trabalhos de hoje, Herchcovitch apresentou uma atmosfera glamourosa com intensa influência da década de 50 permeando as criações. Mas não pensem que isso quer dizer que a passarela recebeu silhuetas datadas e óbvias. A inspiração pode ter sido Marilyn Monroe – palavra do estilista – mas o traço de Alexandre se revela nos detalhes que realmente importam, responsáveis por trazer a coleção aos dias de hoje. E essencialmente fincar um pé no amanhã.

Descartando o óbvio, as armações dos óculos recriam o contorno da maquiagem da época, incluindo aí as sobrancelhas modeladas e delineado tipo gatinho. As lentes aparecem em formato de olhos amendoados, uma menção direta à diva Marilyn.

Uma coisa é certa, vista pelos olhos de Herchcovitch, o apelo cinquentinha se libertou completamente dos clichês.

Imagens: Divulgação; Zé Takahashi /Ag. Fotosite (desfile); Marcelo Soubhia/Ag. Fotosite (detalhes)

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Decor

Cadeiras de Acrílico

 

Depois de uma longa espera (mil coisas da vida), finalmente pude voltar a me dedicar “à decoração” da minha casa. Essas aspas na decoração é porque eu realmente curto muito tudo que é visual, e decoração é maravilhosa nesse sentido, porque te permite interagir, viver, em meio a formas e cores que nos agradam. Mas eu falava das aspas e elas estão aí porque tem um aspecto que normalmente vem atrelado à palavra decoração de que não gosto muito, que é a ideia de casas show room, onde tudo é lindo de ser visto, mas a perfeição plástica da imagem total não passa vida, parece que é só para ser bonito, não para abrigar o cotidiano de pessoas. É isso, eu gosto de decoração feita pra gente, não apenas para ilustrar o Pinterest (que, aliás, eu adoro e quero viajar pra lá nas férias).

E então, quando comecei a pensar no que queria pra minha casa, fui olhar o que estava rolando no mundo nesse momento e foi impossível não perceber que as cadeiras em acrílico estão ocupando um lugar de destaque no mobiliário. Sou absolutamente suspeita pra falar de acrílico, porque sofri alguma espécie de feitiço quando era criança e tudo, TUDO que é feito de acrílico chama minha atenção. Não precisa ser bonito, basta ser transparente. Peixes são atraídos por objetos brilhantes, eu sou atraída por acrílico. O que é um perigo, né? Porque além de se tratar de um material super caro, caminha numa linha bem estreita entre o chique e o cafona (tipo uns lustres que existiam quando eu era pequena, nos anos 70).

A princípio me encantei com a ideia de uma única cadeira, em um cantinho pessoal:

Mas essa é apenas uma possibilidade. A transparência invadiu ambientes mais amplos e, na minha opinião tendenciosa, ficou lindo:

A parte não tão bonita das cadeiras vocês já podem imaginar qual é: os preços. Pensem, se os organizadores de maquiagem já custam os olhos da cara e da alma, imaginem uma cadeira? Sim, são caras. Em lojas como Etna e Tok&Stok o preço começa em R$300 (bancos em torno de R$180) e o céu é o limite. Em outras lojas de decoração também há muita variedade, tanto na cor quanto em revestimento de partes acolchoadas, mas sempre com preços dolorosos.

Lá fora dá pra encontrar mais barato (eBay, Amazon), só que considerando que deve ser bem difícil uma cadeira passar batida pelo olhar da pela Receita Federal, a gente precisa considerar no mínimo mais 60% de impostos, daí o negócio deixa de valer a pena financeiramente; só vale comprar se o caso for realmente por uma peça diferente, que você quer muito e só tem lá fora. O Beto também disse uma coisa muito sensata: acrílico de verdade sempre foi e será um material caro. Assim, se encontramos preços muito diferentes, muito mais baratos, o ideal é desconfiar e confirmar se não se trata de alguma outra mistura plástica ou policarbonato. Dependendo da função, pode ser substituído sem problemas, mas o que não vale é comprar gato por lebre.

O que eu escolhi? Adivinhem?

Eu escolhi esperar hahahahaha

Vi tantas coisas em acrílico que depois acabei me apaixonei por uma cadeira de madeira, mega simples, pro canto que eu queria no quarto (vou mostrar depois). Em compensação a ideia de levar o acrílico pra sala de jantar agora está bem firme aqui no meu pensamento, porque essas imagens do Pinterest ajudaram a tirar a impressão de que pudesse ficar datado, com cara de modinha e me fizeram ver que o espaço ganha mais luz e leveza.

Como reformar esse ambiente não estava nos meus planos agora, dá pra esperar um pouco mais, fazer uma poupança-cadeiras e pra depois realizar sem dor na consciência – e principalmente, sem sangrar o saldo no banco. 😉


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