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Vivi Alberto
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A Presença de Anitta no #CASAMENTOTHIEFE

 

Eu, pelo menos nas redes sociais (na vida real as pessoas não entendem memes, uma pena), vivo chamando pelo meteoro; tentando apressar a catástrofe natural que pode dar fim a essa nossa existência, porque está cada dia mais difícil entender o comportamento humano. Tá assim, quase insuportável. Aí eu fico lá “vem logo, meteoro; vem, meteoro!”. Sad but true.

Ontem à noite foi uma dessas ocasiões em que eu queria não apenas que o meteoro chegasse, mas queria dar a mão pro dito cujo e ajudar a finalizar o serviço.

Vamos contextualizar. Faz o que, sei lá, uns dois, três anos que tem uma galera grande, empenhada em chacolhar o status quo e mexer com vários paradigmas sobre projeção, imagem, autoimagem, status, ostentação, toda essa gama de coisas que, no fundo, só servem pra dividir qualquer sociedade em um sistema de castas, onde você tem maior ou menor importância de acordo com aquilo que VOCÊ TEM (ou finge ter) e não o que você é. Porque se a gente for comparar o ser, seremos obrigados a admitir que, nossa, que absurdo, somos praticamente iguais. Essa igualdade indigna algumas pessoas, pois elas são (lógico) especiais e diferenciadas. E pessoas diferenciadas nunca, jamais tem um comportamento como o da massa.

E é de Its e Premiums que essa parcela especial da população se alimenta. Eles só frequentam quem frequenta; são alimentados pelo próximo must have; observam o mundo do alto de seu pedestal de (sub) celebridade – e só Deus sabe qual é o significado que atribuem a essa palavra. O do dicionário é que não é, pois não há nada de divino nela, contrariando a devoção que celebrities em geral recebem. Enfim.

Problema nenhum, se cada um vivesse na sua e todos vivessem de boa. Mas a realidade é bem cruel. Influenciáveis que somos, nos deixamos abater por esses valores tortos, vez ou outra. A gente trava os dentes porque não é dessa vez que vai conseguir viajar pra Grécia – aliás, nem pra Mairiporã. A gente tem ódio da bolsa nossa de cada dia, quando ela emperra o zíper. Porque se fôssemos Premium People, esse tipo de inconveniência jamais nos atingiria.

É aí que entra aquela galera, “chata pra caramba”, que fica militando nas redes a nossa igualdade, a nossa importância dentro do quadro geral; apontando a tamanha idiotice que é fingir ter o que não tem pra parecer ser quem não se é. Eles tentam. Todo dia tem alguém argumentando o quão idiota é comprar o creme milagreiro só porque a moça da novela agora anuncia.

Aí, numa maré até que boa, onde um número considerável de pessoas já conseguia olhar para o consumo com outros olhos, com pouco mais de crítica nessa observação, um entendimento se espalhando de que, poxa, roupa é roupa. Tendência é pra geral e tem pra todo mundo, além de que – aceita que dói menos – o vestido de R$1500 saiu, provavelmente, da mesma fabriqueta que o de R$39. Tava tudo bem. A gente estava em paz, comprando no fast fashion e na loja do bairro.

Só até ontem.

Ontem a sociedade sofreu um retrocesso centenário. Por que? Porque a Anitta achou que podia ir ao casamento de #CASAMENTOTHIEFE com vestido da Riachuelo. Onde já se viu, uma celebridade vestindo Riachuelo!

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Ué, não entendo mais nada. Tudo mentira então, que chique é pagar pouco? Gente bonita e elegante só deve usar (mesmo que emprestado ou ‘presenteado’) peças com muitos dígitos na etiqueta?

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Não sou fã de Anitta. Minha indignação é com a hipocrisia generalizada que tomou conta do mundo. Ame a todos; somos todos iguais; dê cá um abraço, irmão! Desde que você não use Riachuelo, tá?

Não existe ser mais ou menos igual. Ou você acredita que algumas pessoas são superiores ou não. E ser igual quer dizer que a Regina Casé pode, sim, usar Givenchy sem que alguém faça piada dizendo que é “um desperdício” e a Anitta também pode, SIM, ir a um casamento com vestido Versace by Riachuelo.

Se eu posso, por que ela não? Se você pode se orgulhar daquele blazer Stella para C&A, o que tem de errado uma figura pública também usar?

Dinheiro não define caráter, mas fazer julgamentos, sim. E, ó, ser babaca é de graça, cuidado pra não ganhar pulseirinha VIP pra esse camarote.

imagens: reprodução.

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Festas!

 

E vocês, como estão nesse período entre Festas?

Eu imaginei que antes do Natal deixaria aqui um texto bonito e tudo mais, mas acabou que a vida real não deixou de jeito nenhum. Pensem em um ano em que tudo acumulou, cancelou, adiantou, remarcou? Foi esse.

No final as duas últimas semanas foram master cansativas, mas está tudo bem e só nos resta acolher o Ano Novo com boas vibrações, né?

Preciso contar pra vocês que vou passar por um pequeno procedimento já agora no dia 30, então, entre hoje e domingo estou programando algumas resenhas pro blog não ficar completamente parado, mas quando eu voltar… Aí é novidade e acho que vocês vão gostar bastante. 😉

Dependendo da minha recuperação estarei de volta entre dia 15 e 20 de janeiro, mas vou mandando notícias. Acompanhem @vivi_poptopic no Instagram, assinem meu perfil no FB ou curtam a fan page, que sempre vai ter novidade por lá.

Aproveitem bem esse período de Festas & Férias, curtam as pessoas ao redor, enfim, sejam felizes, muito felizes ao vivo. Essa, sim,  é a única inspiração que importa, né?

Super beiju!

Vivi

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1…2…3…Testando

 

Tava aqui, toda bobinha com os batons da Riri – Rihanna para MAC – sem saber por onde começar a brincadeira…

Aí decidi ir de Heaux!

E vou dizer: amei, amei, amei!!!

Aprovaram minha escolha?

Meninas, esse post é um teste da ferramenta nova, de incorporação de publicações do Facebook no blog. Acho que gostei, viu! Dá pra postar mais, mesmo sem muito tempo. E é tão interativo quanto a postagem na fan page, quem quiser pode Curtir, Comentar ou Compartilhar diretamente na postagem, se estiver logado.

Ótima ideia, vou usar!

Coluna da Chris

Coluna Mista Chris & Vivi: Cansei de Ser Passiva

 

PopTopic lindo, de cara nova e eu aqui, também me sentindo meio de cara nova.

Autoestima não tem a ver só com a maneira que a gente se vê fisicamente. Isso não é novidade. Como é que a gente alcança a dita cuja? Eu fico pensando que existe uma linha sutil entre a conquista da autoestima e uma presunção muito patética. Não deve ser difícil confundir. Ao mesmo tempo, acho que de alguma forma a gente, quando cresce, aprende também a ver os limites.

Eu nunca gostei de autoajuda. Livros, gurus, seminários, encontros. Não gosto. Não acredito em fórmulas, e na minha cabeça, é exatamente isso que eles apresentam pra gente. Fórmulas: “desconstrua sua relação com seus pais e você vai achar a fonte da maior parte de seus problemas”. Mas, oi? Nem todas as mães são iguais, nem todos os pais são iguais. Os meus problemas podem ser frutos de outras vivências, que não as relações com meus pais.

Acho que essa viagem tem que ser solitária, sim. Porque os problemas das pessoas podem ser parecidos, mas a bagagem e os recursos para solucionar são sempre muito íntimos, inéditos, pessoais. O que me incomoda, a parte do problema que me machuca, pode nem fazer cócegas no meu vizinho. Em compensação, o que faço com um pé nas costas pode lhe parecer dificílimo, insolúvel, dolorido.

A coisa que mais me pegou nos últimos tempos foi uma constatação que hoje acho simples: qualquer problema que eu tenha é responsabilidade minha, de mais ninguém. Se alguém me perturba e tira minha calma, é porque eu deixo essa pessoa fazer isso. E daí a descobrir que isso se aplica a tudo foi um pulo.

Não é que seja fácil a gente se livrar das aporrinhações alheias. Se o seu chefe é a razão das suas dores de cabeça, pedir as contas e não ter como pagar o aluguel talvez não seja a solução. Se o problema é o marido, mais difícil ainda, imagino eu, que nunca fui casada.

Mas daí entra a tal da ponderação. O que é maior, o problema que essa pessoa me causa ou o benefício que a relação com ela me traz? Uma vez que a gente coloque as coisas na balança e consiga decidir isso, relativizar o impacto é perfeitamente possível. Não se trata de passar a aceitar passivamente o que vem de ruim, mas aprender a dar às coisas o devido peso: tá, isso é incômodo, mas é tão incômodo assim a ponto de inviabilizar a convivência ou me tornar a pessoa mais infeliz do mundo?

Se a resposta for sim, bom, daí é criar coragem e se afastar. Do chefe, do marido, da mãe, do amigo, do cachorrinho, do vizinho. Não, não é fácil. Sim, pode mudar toda a sua vida, mas essa mudança pode ser realmente necessária.

A verdade é que me deu um siricutico. EU, só eu, sou a senhora da minha vida. Ninguém tem o poder de me tirar a paz, a calma, a alegria. Se EU deixar que alguém faça isso, a culpa também será minha, e é comigo que tenho que tirar satisfações. E sei lá de que maneira, isso me deu uma estranha serenidade. Se sou eu, fica mais fácil. Se é comigo, eu resolvo. De algum jeito eu resolvo. Mas é como se eu, de repente, tivesse finalmente conseguido tomar as rédeas da minha existência.

É claro que isso não é uma fórmula, ou uma receita “para ser feliz”. Eu já disse que não acredito nas fórmulas, não disse? Mas é que me deu também essa vontade de dividir, como tenho sentido vontade de dividir todas as minhas vitórias como ser humano. Crescer é bom, mesmo quando é tardio. Cresci. Quero crescer mais, muito mais. A tal da autoestima nem imagina onde posso chegar. Sou ninja!!!

Adendo da Vivi: Essa eu senti na pele, preciso dividir também.

Muitas coisas aconteceram na minha vida, desde muito cedo. Coisas que, felizmente, não vejo acontecer nem com 1/3 das pessoas que conheço. Isso não me revolta, pelo contrário, me alivia. Ninguém deveria passar por todas as experiências que passei. Por todas? Não, ninguém. Acho que ganhei numa loteria meio torta, onde minha personalidade foi orientada para ser moldada a ferro, fogo e martelada. Sina, destino, tarô, carma, capricho dos deuses? Não sei. Aconteceu que sempre foi assim, complicado em termos de acontecimentos externos que, fatalmente, me atingiam, direta ou indiretamente, de alguma maneira particularmente forte.

Isso poderia ter me transformado em uma verdadeira vítima, pra sempre. Eu podia, eu tenho os atestados, as cicatrizes físicas e emocionais. Sério, eu poderia me vitimizar e ninguém duvidaria. Eu seria abraçada, envolvida e embalada para sempre, numa aura de coitadismo e pena.

Mas tem um aspecto na vida de cada um que esse, ah, minhas amigas, esse ninguém te ensina e, melhor ainda, ninguém tira de você aquilo que você é essencialmente. E eu sou cabreira!

Decidi assim: o inesperado me persegue? Tudo bem. Com ele eu vou lidar a cada visita. Quando aparecer, eu vejo como reagir (são tantas as circunstâncias de cada momento). Mas em todo o resto, a responsabilidade é minha. Minha.

Meu corte de cabelo deu errado? Minha culpa, não expliquei direito o que queria, não conversei o suficiente com o profissional.
Não passei naquele teste? Obviamente não dediquei a atenção que deveria.
Não tenho o reconhecimento que mereço? Provavelmente outras pessoas estão dedicando muito mais esforço do que eu para demonstrar os resultados de seu trabalho.
Tive uma decepção em nível pessoal? Criar expectativas em relação a pessoas é tão produtivo quanto tentar adivinhar os números da Mega Sena. Basta ser humano para ser imprevisível. Somos sujeitos a falhas, eu sou, por que os outros não seriam? De onde tirei a ideia de que a função de alguém no universo é me agradar?
Estou insatisfeita no trabalho? Que atitude concreta estou tomando para mudar essa situação?

E assim por diante. Eu basicamente protagonizo a minha vida, dando palpites na direção. E assumindo possíveis fracassos de bilheteria, claro.

Sabe, isso me afasta de muitas pessoas. As pessoas se afastam, na verdade. Porque em mim sobra muito pouco espaço para consolo, para pena. Meus verdadeiros amigos sabem que o que tenho de sobra pra oferecer é incentivo. Nossa, me conte sua ideia, posso colaborar torcendo, ajudando a pensar em caminhos, fazendo planos, te jogo confete, glitter, perfume! Só não espere que eu sinta dó de você. Eu te ofereço meu abraço, com um olhar voltado para o futuro, mas sou incapaz de chorar pelo passado, porque a vida não é justa.

Não tenho tatuagens aparentes na pele, mas taí uma mensagem marcada pra sempre na minha alma, na minha mente e que se reflete nas minhas ações: por mais triste que seja, a vida não é e nunca será justa. Agarrá-la pelo laço e puxar a responsabilidade pra si é o melhor (e único) conselho que posso te dar.

É libertador.



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